Quando procurar terapia para meu filho – Veja 09 motivações

Quando procurar terapia para meu filho – Veja 09 motivações

Pais e mães tem uma árdua tarefa ao terem filhos, principalmente quando se pensa em educar e criá-los de maneira saudável.

Em alguns momentos do crescimento, podemos precisar da ajuda de profissionais em algumas questões ao qual não somos especialistas e isso não é vergonha para ninguém.

Assim como o bebe precisa passar por consultas mensais com o pediatra no início da vida para acompanhar o crescimento, peso, desenvolvimento, pode ser que em algum ponto da vida da criança ela precise do acompanhamento de um psicólogo para ajudar a ela e orientar aos pais como melhor lidar com determinadas situações. Veja alguns casos ao qual a criança pode precisar de terapia:

  1. Separação dos pais: Normalmente o término de um relacionamento envolve brigas e desentendimentos, ao qual os filhos podem presenciar em maior ou menor escala, podendo ser prejudicial ao seu desenvolvimento. Além disso, muitas vezes eles criam a ideia que serão abandonados por alguma das partes (normalmente aquela à qual não vai morar junto) também podendo entender que precisarão escolher um lado ou outro, o que gera um índice elevado de estresse muito negativo ao pequeno. O acompanhamento de um profissional preparado e externo a situação é muito benéfico para que ele possa falar abertamente dos receios e percepções da situação, trabalhando em conjunto com os pais para acontecer de maneira menos traumática possível.
  2. Dificuldades de aprendizagem: As dificuldades em aprender podem ser de cunho cognitivo ou comportamental, de forma que o profissional identificará em qual esfera encontra-se o problema, atuando de forma pontual e encaminhando a outros profissionais, caso seja necessário.
  3. Insegurança excessiva: é difícil para a criança saber até que ponto pode ou não tomar decisões por si, sendo assim existe uma questão ambiental a qual a criança pode não ter incentivos suficientes para desenvolver autonomia própria ou ainda uma questão de personalidade e por isso é importante a avaliação de um profissional para verificar qual seria o caso e quais ações são possíveis para que essa situação não se estenda ao longo da vida e o prejudique na vida adulta.
  4. Medos: Ter medo de algumas coisas é normal e saudável, não só na infância quanto na vida adulta, já que é através dele que temos a regulação dos níveis de perigos que enfrentamos, porém quando ele chega a ser prejudicial no sentido de restringir a vida da pessoa, ela precisa de ajuda imediata para que isso não se torne um transtorno mais sério futuramente.
  5. Hiperatividade: Muitas vezes uma criança ativa é confundida com o TDAH (transtorno de déficit de atenção e hiperatividade) por pais e educadores, sendo assim cada um deles precisa ser trabalhado de forma diferente, passar pela avaliação do psicólogo é muito importante para criar ações e soluções nestes casos;
  6. Distúrbios do sono: dormir errado (seja muito ou pouco) gera uma série de prejuízos (problemas no crescimento, cansaço excessivo, etc) sendo assim é importante identificar se foi gerado por um problema biológico, comportamental ou ambiental e assim orientar os pais a tomar as devidas providências para organizar a rotina de forma a resolver a questão.
  7. Birras excessivas: toda criança faz birra, seja a mais educada que você conheça vai em algum momento ter aquele comportamento irritante, e isso é muito positivo, já que isso significa que ela está brigando e lutando por algo que ela quer, o preocupante é quando para todo não que ela tenha uma histeria sem fim. Nestes casos o profissional pode ajudar os pais a lidar com isso e medir se realmente é algo fora do normal.
  8. Isolamento social: Existem pessoas que são mais reservadas e introvertidas, outras já tem maior facilidade em fazer amizades e estar rodeada de pessoas, isso é perfil e não há como mudar, mas é preocupante quando a criança não tem nenhum amigo na escola, ou quando no meio de outros pequenos ela prefira ficar sozinha à brincar, acompanhe junto com a escola, pergunte sobre os amiguinhos dele, e o observe em ambientes sociais, levar ao psicólogo pode diferenciar o que é personalidade de um possível transtorno.
  9. Distúrbios alimentares: Seja por dificuldade em inserir novos alimentos, ou por não querer alimentos saudáveis ou até por comer em excesso. Não permita que isso se prolongue na vida do seu filho, pois quando adultos a maioria de nós temos problemas com a comida, e se desde pequenos já houver indícios a chance de o problema ser sério é enorme.

Esses são apenas alguns pontos de alerta dentre muitos outros, sendo assim, o mais importante é que você acompanhe seu filho de perto e verifique comportamentos que sejam preocupantes, não hesite em procurar a ajuda de um profissional.

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